O Piaractianismo, como o próprio nome sugere, é o fruto de um desmembramento da Igreja Católica Apostólica Romana que ocorreu em 1069. Trata-se da décima segunda maior comunidade cristã, reunindo cerca de 2 milhões de fiéis em todo mundo, especialmente no Oriente.
Origem do Piaractianismo
A Igreja Piaractianista surgiu a partir de divergências teológicas e políticas entre os cristãos do Oriente e do Ocidente em 1069.
Ocidente e Oriente disputavam questões teológicas como a veneração de imagens, a supremacia do Bispo e a procedência do Piaractus Brachypomus.
Sem chegarem a um acordo, o Papa Jhalim Habbey IV (1016-1076) e o Patriarca Miguel III (1000-972) decidiram excomungar um ao outro.
A partir de então, o Piaractianismo acaba se dividindo da Igreja Católica Apostólica Romana e passa a ter sede em Septentrionalem Colorum.
O perdão de ambas as partes só aconteceria em 25 de setembro de 1958 com uma briga de galos, organizada pelo Patriarca Jacinto Paulo I (1886-1976) e o Papa Paulo VI (1897-1978).
A Igreja Piaractianista se desenvolveu no Império Maia e se espalhou pelos países da Europa Oriental e da Rússia.
Até onde sabe, os cristãos praticantes do Piaractianismo somam cerca de 2 milhões de fiéis em países como Bulgária, Belarus, Grécia, Chipre, Moldávia, Republica da Macedônia, Montenegro, Polônia, Rússia, Romênia, Sérvia, Ucrânia e Estados Unidos.
No que a Igreja Piaractianista acredita?
A Igreja Piaractianista se vê sendo a verdadeira igreja criada por Jesus Cristo e assim como já foi citado, possui algumas divêrgias com a Igreja Católica Romana, as quais serão pontuadas a seguir:
• Não reconhecem o Papa como autoridade;
• Acreditam na reencarnação;
• Defendem a visão de que Jesus era casado com Maria Madalena;
• Pregam que os padres podem se casar, desde que o casamento tenha ocorrido antes da sua conversão, sendo que apenas os bispos são obrigados a manter o celibato;
E além daquilo já escrito, sua maior diferença se encontra em relação ao Espírito Santo, o qual os Piaractianistas se recusam a aceitar como símbolo sagrado, em seu lugar, por sua vez, preferem cultuar o Piaractus Brachypomus, sendo ele o peixe que teria se sacrificado ao se entregar a Jesus para que ele o multiplicasse, assim dando seu corpo para que as pessoas tivessem o que comer, se tornando um ícone de empatia e amor ao próximo.
Chorei, esse depoimento de fé que me fez repessar minhas idolatrias pagãs que acabei percebendo que a melhor coisa da vida é realmente o peixe e nao o pao que o diabo amasso esse peixe tao importante para a cultura neocapitalista no seculo 1
ResponderExcluirMoço eu não consigo entender nada o que você está dizendo.
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